quinta-feira, 13 de novembro de 2008

#4

pensamentos acerca da morte... alheia

Pensar na morte alheia é tão ruim quanto desejá-la ou efetivamente causá-la? Há diferenças, é claro, mas o fato de somente não matar tornaria menos pior? Se o pensamento existe, já basta para dita maldade estar em curso? Controlar instintos, dizem, é a diferença que carrega a humanidade. Mas só por que eles são controlados não significa que não existam ou não sejam reais. O que impede é a consciência do que não deve ser feito. Numa sociedade hipotética em que causar a morte de outrem não fosse crime, haveria vida em paz ou seria uma guerra, uma terra de ninguém, uma caça sanguinária? Pergunto-me se no momento em que Anúbis for comparar meu coração a uma pluma se ele estará pesado desses pensamentos...

2 comentários:

Alexandre Gil disse...

foste mto feliz na abordagem. Acredito que seja por ae mesmo.
Existe uma cartilha escrita pelo arcebispo Dom Dadeus Grings, de Porto Alegre, escrita em 2009 chamada: Anjos e Demonios. Se lë em um dia, extremamente bem escrita e pedagogica, vale apena ler, pelo menos por curiosidade.
Abraços e feliz 2010.

Gata Lili disse...

Pois é, tia Nessita. Eu adoro dormir na minha cadeirinha que é só minha! Tudo de bom para você, viu? Miaaauuu...